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Setor de bens e serviços ambientais voltou a ganhar expressão na economia em 2023

Setor de bens e serviços ambientais voltou a ganhar expressão na economia em 2023

O setor de bens e serviços ambientais voltou a ganhar expressão na economia portuguesa em 2023, representando 5,8% da produção, 3,8% do Valor Acrescentado Bruto (VAB), 4,5% do emprego e 4,3% das exportações nacionais, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Apesar do ritmo de crescimento ter abrandado em 2023, todas as variáveis mantiveram variações superiores a 10%.
De acordo com o INE, o peso do VAB deste setor diminuiu no VAB da economia nominal entre 2022 e 2023, uma vez que cresceu menos do que o conjunto da economia.
Entre as várias atividades as que mais contribuíram para o VAB do setor foram as atividades de poupança e gestão de energia, que representaram 33% do total. Já as atividades de energia proveniente de fontes renováveis surgiram em segundo lugar, com um contributo de 17,8%.
O peso do emprego neste setor no emprego na economia nacional aumentou 0,5 pontos percemtuais entre 2022 e 2023. O destaque vai para as atividades de poupança e gestão de energia, que foram as que mais contribuíram para o emprego no setor. Seguindo-se as atividades de gestão de resíduos e as atividades relacionadas com a energia proveniente de fontes renováveis.
As exportações das atividades relacionas com o ar e clima e energia proveniente de fontes renováveis foram as que mais cresceram entre 2022 e 2023. Um desempenho que se deveu, principalmente, ao aumento da exportação de bicicletas elétricas e autocarros elétricos, e de equipamento para produção de energias renováveis.
Em 2023, o nosso país ocupava a quinta posição entre os Estados-Membros com maior peso das exportações de bens e serviços ambientais no total das exportações nacionais, 8,2%.

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