Johnny Depp mostra a sua faceta de artista plástico na China
O apelo das artes plásticas tem vindo a conquistar cada vez mais nomes ligados a outras áreas artísticas. George W. Bush, ex-presidente dos EUA, Adrien Brody, ator norte-americano oscarizado ou Jack White, o músico que já foi metade dos White Stripes e coleciona Grammys são apenas alguns exemplos.
E não estão sós nesta demanda. Também o conhecido ator norte-americano Johnny Depp, que se desdobra como músico e produtor cinematográfico, decidiu assumir a sua veia de artista plástico. A exposição “Johnny Depp: Figures of the Fringe”, patente no Museu de Arte Moderna (MAM) de Xangai até 13 de dezembro, assinala a sua estreia na China.
O ator interpretou papéis que ficaram na memória de muitos, como Eduardo Mãos de Tesoura, Ed Wood, mítico realizador de cinema, Donnie Brasco, agente secreto do FBI, ou o Capitão Jack Sparrow e Willy Wonka e a sua Fábrica de Chocolate, entre muitos outros. Agora, ou melhor, desde 2024, ano da sua primeira exposição, Johnny Depp prefere vestir a pele de artista plástico para abordar temas como “heróis e ídolos”, “amantes e musas” e “máscaras e duplos”. A curadoria é do diretor artístico do MAM, Shai Baitel, responsável por exposições de Marina Abramović, Bob Dylan, Zaha Hadid e David Hockney.
A exposição tem lugar antes do seu potencial regresso ao grande ecrã, onde vestirá a pela do avarento Scrooge em “Ebenezer: Um Conto de Natal”, da Paramount Pictures, com estreia prevista para novembro. O trailer já foi divulgado e, a dada altura, ouve-se Depp dizer com uma voz rouca: “É bom estar de volta”.
Além da exposição, Johnny Depp anunciou que tenciona fazer uma “viagem cultural” pela China, para “explorar a rica herança cultural do país, a criatividade contemporânea e as diversas tradições regionais através de uma série de experiências e intercâmbios culturais cuidadosamente selecionados”, segundo refere o comunicado de imprensa.
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