Almodóvar em tom autoficcional menor e a olhar para o umbigo
O novo filme de Pedro Almodóvar, “Natal Amargo”, é uma autoficção, tal como “Dor e Glória” (2019), só que faz figura de sucedâneo peso-pluma e sensaborão deste. Eurico de Barros dá-lhe duas estrelas.
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