BCP: Oddo BHF e Goldman Sachs elevam preços-alvo
O BCP negoceia esta quinta-feira 1 de outubro em baixa, acompanhando a tendência negativa do setor bancário europeu, mas duas casas de investimento reforçaram esta semana a avaliação dos títulos, com o Oddo BHF a fixar o preço-alvo mais elevado entre as revisões recentes.
O banco liderado por Miguel Maya descia mais de 2% nas primeiras horas de negociação, num contexto de pressão sobre a banca europeia. Apesar da evolução em bolsa, o Oddo BHF e o Goldman Sachs atualizaram em alta os respetivos preços-alvo para o BCP.
O Oddo BHF elevou na quarta-feira 30 de setembro o preço-alvo do banco de 1,20 para 1,35 euros por ação, mantendo a recomendação de “Outperform”. A nova avaliação, da autoria do analista Steven Gould, é a mais elevada entre as casas de investimento que atualizaram recentemente a cobertura do BCP.
Na terça-feira 29 de setembro , o Goldman Sachs tinha aumentado o preço-alvo de 1,14 para 1,27 euros por ação. A analista Sofie Peterzens manteve, contudo, uma recomendação “Neutral” para os títulos.
A estas revisões junta-se a do Autonomous Research, que elevou o preço-alvo de 1,16 para 1,20 euros por ação, mantendo também uma recomendação “Neutral”.
Segundo dados compilados pela Bloomberg, o preço-alvo médio dos analistas para o BCP situa-se atualmente em 1,19 euros por ação.
Com os títulos a negociarem em torno dos 1,10 euros, as avaliações atualizadas colocam os preços-alvo das casas de investimento acima da cotação de mercado, embora as recomendações divirjam entre as diferentes instituições.
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