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Farioli taxativo: “Sofrer o golo foi como levar uma chapada na cara”

Farioli taxativo: “Sofrer o golo foi como levar uma chapada na cara”

Rescaldo do jogo: “Já tinha alertado sobre o que esperar. O Marítimo é uma equipa muito bem organizada, começou muito bem, mas não há dúvida sobre qual equipa deveria ter ganho o jogo.”
 
Intranquilidade após golo sofrido: “É normal. A abordagem foi positiva. Sofrer o golo foi como levar uma chapada na cara, mas acontece e a reação foi positiva. Conseguimos o golo antes da segunda parte. Concordo com o treinador quando disse que o campo estava inclinado, mas na outra direção. Acho que merecemos os três pontos.”
Jogo após pausa de seleções: “Gosto de ser honesto. Sabíamos que ia ser complicado, mas chegámos aqui com treinos de alto nível e os jogadores provaram que estavam ligados. Talvez não tenha sido um grande jogo, mas não foi fácil jogar neste campo. É o que é. Competimos bem e, quando foi para sofrer nos últimos seis minutos em que o Marítimo se instalou na nossa área, demos tudo.”
Regresso de Pietuszewski: “É muito difícil. Planeávamos tê-lo connosco na pausa para as seleções mas acabou por ser chamado. E é difícil controlar as cargas assim. Ontem perguntei-lhe quantos minutos achava que conseguiria jogar, ele respondeu 15 ou 20 minutos, e resolveu.”
Lesão de William Gomes: “Não parece bom… O tornozelo é difícil. Claro que agora está lá dentro a sorrir, mas vamos ver…”
Segue-se a Liga dos Campeões: “Vamos preparar bem o jogo, estudar o nosso adversário e recarregar baterias. O jogo de hoje, física e mentalmente, exigiu muito. Agora é preparar o próximo e chegar ao jogo na nossa melhor forma e com o desejo de ir a Espanha fazer um grande jogo.”
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