Exército, fascismo, monarquia, Igreja Católica: os pilares dos anos negros da ditadura de Franco
“Españoles, Franco ha muerto” (“Espanhóis, Franco está morto”). No dia 20 de novembro de 1975, o presidente do Governo, Carlos Arias Navarro, de luto, anunciou oficialmente a morte de Franco numa mensagem televisiva. Eram dez horas da manhã. Antes, os despachos da agência Europa Press tinham anunciado a morte após a longa agonia do caudilho – o “chefe militar” – que tinha mantido em suspenso todos os espanhóis, franquistas e opositores, residentes em Espanha ou emigrantes.
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