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CGD faz 150 anos e Luís Montenegro faz intervenção no Fora da Caixa

CGD faz 150 anos e Luís Montenegro faz intervenção no Fora da Caixa

A Caixa Geral de Depósitos completa, nesta sexta-feira, 150 anos de história. Para celebrar um século e meio de história, a instituição bancária promove um “Encontro Fora da Caixa” de “especial simbolismo” em Lisboa, reunindo figuras de destaque da vida política, económica e cultural.
O evento terá início com as intervenções de António Farinha de Morais, Presidente do Conselho de Administração, e do Primeiro-Ministro, Luís Montenegro. “A manhã será marcada por uma perspetiva histórica e filatélica, com o lançamento de uma emissão comemorativa dos CTT que perpetua a ligação da Caixa à memória coletiva dos portugueses”, explica o banco liderado por Paulo Macedo.
No plano económico, o debate conta com Ricardo Reis, professor da London School of Economics, que abordará os novos desafios do sistema financeiro internacional.
“Haverá ainda espaço para a análise do Case Study da AESE Business School sobre a recuperação da CGD pós-2017 — um dos maiores sucessos de turnaround na banca europeia — e uma conversa entre o Presidente Executivo, Paulo Moita de Macedo, e a jornalista Conceição Lino”, refere o banco em comunicado.
Fiel à premissa de que “a economia não caminha isolada da sociedade”, o encontro contará com um debate entre o escritor Gonçalo M. Tavares e o historiador José Pacheco Pereira. O encerramento ficará a cargo de Pedro Abrunhosa e Rita Rocha.
A CGD destaca que em 2025 registou um resultado líquido de 1,9 mil milhões de euros, permitindo o pagamento ao Estado do maior dividendo de sempre da banca portuguesa: 1.250 milhões de euros.
“O futuro da instituição ganha também uma forma física com a visita da administração e colaboradores à nova sede no Parque das Nações. O edifício, que deverá receber os serviços centrais até ao final do terceiro trimestre de 2026, foi concebido sob rigorosos critérios de sustentabilidade e bem-estar, preparando a Caixa para os desafios laborais das próximas décadas”, revela o banco do Estado.
As comemorações terminam no sábado, no Campo Pequeno, “com um encontro anual dedicado exclusivamente aos colaboradores, celebrando o percurso passado e projetando a ambição da Caixa para os próximos anos.”

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