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Rally Terra d’Aboboreira: qualifying, troços longos e forte presença de jovens pilotos

Rally Terra d’Aboboreira: qualifying, troços longos e forte presença de jovens pilotos

O Rally Terra d’Aboboreira 2026 começa este fim de semana com novidades no formato competitivo, troços de grande exigência e uma lista de inscritos marcada por uma forte presença de jovens pilotos.
A principal alteração desta edição é o regresso do qualifying, agendado para hoje, sexta-feira, um procedimento que irá permitir definir a ordem de partida para a primeira etapa da prova organizada pelo Clube Automóvel de Amarante.
Antes do arranque desportivo, o programa abriu com uma sessão de autógrafos no Largo de São Gonçalo, em Amarante, numa iniciativa de aproximação entre pilotos e público. Em termos competitivos, a edição deste ano terá menos uma classificativa face ao passado, mas compensa com especiais de extensão bem mais significativa e com características técnicas particularmente exigentes.
Qualifying regressa e define ordem de partida
António Jorge, presidente do Clube Automóvel de Amarante, confirmou o regresso de um formato que tinha deixado de ser aplicado por razões regulamentares. “Iremos tê-lo na sexta-feira, o qualifying. E esse procedimento irá determinar a ordem de partida para a primeira etapa”, explicou.
A organização destaca esta reintrodução como uma das principais novidades de 2026, numa prova que procura reforçar a componente competitiva logo desde o primeiro dia. Ao mesmo tempo, mantém soluções diferenciadoras já testadas em edições anteriores, como o reconhecimento da super especial com a viatura de prova já montada na sexta-feira, antes da sua realização.
Troços mais longos e Aboboreira em versão “muito desafiante”
Apesar de contar com menos uma classificativa, o rali apresenta troços de grande quilometragem, incluindo duas especiais com mais de 20 quilómetros, ambas com dupla passagem: uma acima dos 21 e outra acima dos 22 quilómetros.
Aboboreira e Marão em destaque
Entre os troços em evidência surge a classificativa de Aboboreira, que António Jorge considera especialmente exigente nesta versão. “Eu acredito que é uma classificativa, nesta versão, muito desafiante, é bastante trabalhosa”, afirmou.
Amarante volta também a integrar o percurso como primeira classificativa, mantendo o gancho do Fridão, recuperado da tradição do Rali de Portugal e introduzido no ano passado. Já a classificativa do Marão apresenta uma versão diferente, adotada após sugestão de elementos da federação, numa alteração que acaba por reforçar a variedade do percurso.
Jovens em destaque numa lista recheada
A edição de 2026 reúne 21 carros da categoria Rally2, 22 Rally4, três Rally3 e sete Rally5, números que espelham a competitividade do evento e a diversidade do parque automóvel. Mas é sobretudo a juventude de muitos dos participantes que mais entusiasma a organização.
Segundo António Jorge, a prova contará com vários pilotos juniores entre os 16 e os 27 anos, algo que considera “muito animador e muito promissor para o futuro”. O responsável adiantou ainda que o estado dos troços tem merecido avaliações positivas por parte dos concorrentes.
“Os troços estão em excelente estado”, sublinhou, antecipando um desafio exigente, sobretudo para os mais novos. Com pisos elogiados, especiais longas e um figurino competitivo renovado, o Rally Terra d’Aboboreira prepara-se para voltar à estrada com ambição reforçada e com os olhos postos tanto no presente como no futuro da modalidade.
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