WRC, Rali das Canárias/PEC9: Evans sobe a 3º, Solberg pressiona Ogier
Elfyn Evans (Toyota GR Yaris Rally1) abriu o sábado com a melhor resposta, foi o mais rápido em Maspalomas 1 e ‘roubou’ o terceiro lugar da geral a Sami Pajari (Toyota GR Yaris Rally1) enquanto Oliver Solberg (Toyota GR Yaris Rally1) voltou a pressionar Sébastien Ogier (Toyota GR Yaris Rally1) e reduziu a diferença para a liderança para 7,3 segundos. Num troço rápido, largo mas traiçoeiro, onde a confiança valia quase tanto como a coragem – por causa dos precipícios – a Toyota continuou a discutir o rali entre si, ao passo que a Hyundai voltou a andar atrás do prejuízo.
Desta feita, Adrien Fourmaux (Hyundai 20 N Rally1) e passou Dani Sordo (Hyundai i20 N Rally1) na classificação geral, enquanto Jon Armstrong (Ford Puma Rally1) fez o mesmo ao líder do WRC2, Yohan Rossel (Lancia Ypsilon HF Rally2).
Filme da especial
A manhã começou com o asfalto ainda seco, apesar das ameaças de chuva, e com um aviso inquietante vindo do troço: a secção final estava molhada. Armstrong foi o primeiro a lançar-se para a estrada, ainda a tentar recuperar do pesadelo da véspera, quando o Puma ficou reduzido a duas rodas motrizes na super especial. Fez o que pôde, McErlean apareceu logo depois sem conseguir incomodar o colega, e então a história começou a ganhar peso.
Neuville surgiu outra vez amarrado ao velho dilema da Hyundai: entre sobreviragem demais e subviragem a mais, nunca sabia ao certo o que o carro lhe ia dar. Fourmaux surgiu mais desperto, mais limpo, mais rápido, e bateu o belga, enquanto Sordo afundou-se um pouco, perdendo a posição para o francês e saindo da especial sem respostas.
Depois entrou Katsuta. O líder do campeonato atacou com mais confiança, sentiu-se melhor e saltou para o topo provisório. Mas a estrada ainda guardava os nomes grandes. Pajari não conseguiu derrubá-lo. Evans veio lançado, aproveitou referências do ano anterior, encontrou o compromisso certo entre risco e velocidade e tirou 2,8 segundos ao melhor registo.
Solberg respondeu quase à décima, falhando por um sopro, e deixou no ar a sensação de que a perseguição estava viva. Por fim surgiu Ogier, líder do rali, sem excessos nem pânico. Não foi o mais rápido, cedeu tempo aos dois perseguidores diretos, mas saiu da especial ainda no comando. A vantagem encolheu, a pressão aumentou, e o sábado ganhou logo no primeiro troço uma promessa de luta séria até ao fim.
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