CNR, Rali de Santo Tirso: Domínio total de Marco Oliveira
Marco Oliveira, piloto do Marco de Canaveses venceu o Rali de Santo Tirso, superiorizando-se a André Ribeiro por 38,6 segundos e a Rafael Cunha por 1m13,8s, assinalando o primeiro triunfo da temporada, que começou na super-especial de ontem e culminou no degrau mais alto do pódio sem apelo nem agravo.
Depois das vitórias de Vítor Ribeiro (Rali Serra da Cabreira) e Henrique Rodrigues (Historic Rally de fafe), agora foi a vez de Marco Oliveira inscrever o seu nome na pauta dos vencedores do Campeonato Norte de Ralis de 2026, ao lograr o triunfo na prova do Clube Automóvel de Santo Tirso promovida pela FlowUp com o apoio da autarquia do Município de Santo Tirso..
O piloto de Marco da Várzea do Douro e o navegador Ricardo Sousa, em Skoda Fabia N5, lideraram de fio a pavio o Rali de Santo Tirso, terceira prova pontuável para o Campeonato Norte de Ralis, com o tempo total de 39m50,6.
Depois de uma tarde de sol e uma noite de estrelas, na jornada de abertura de ontem, a missão das equipas presentes em Santo Tirso Portugal desenhava-se propícia a esgrimir argumentos pela melhor posição para durante o dia de hoje, tendo sido recebidos por uma bátega de água mas que não as esmoreceu.
Embora o piso molhado e escorregadio tenha dificultado a vida de Marco Oliveira ao início da manhã, com os pisos a secar o homem do Skoda foi cimentando a sua liderança, mas sempre a acautelar os ataques contínuos de André Ribeiro e João Alves, em Peugeot 208 VTI, os quais ainda sofreram uma penalização de 10 segundos por toque numa chicane na super-especial.
Foram 38,6 segundos a diferença entre os primeiros e os segundos classificados, com a equipa da viatura da marca francesa dos “leão” a sair de Santo Tirso com a vitória nas Duas Rodas Motrizes (2RM), o que traduz na perfeição o andamento imposto, por André Ribeiro.
Quem também nunca perdeu o norte e o fio à meada para uma posição de revelo foi a dupla proveniente de Fafe, Rafael Cunha e Gonçalo Cunha, que, ao volante de um Ford Fiesta R200, também de 2RM, quedou-se pelo terceiro lugar, não encontrando o antídoto para “aniquilar” as aspirações dos dois pilotos que terminaram à sua frente. No final, a diferença para a liderança situou-se em 1m13,8s e a 35,2s do lugar intermédio do pódio.
Com uma atuação pautada pela consistência e sem nunca virar a cara à luta, esteve o tirsense Rui Marçal Lima, que contou com a primazia do navegador Edgar Nóvoa e a excelente cooperação do Peugeot 208 R2 para sublinhar a quarta posição à geral e a terceira nas 2RM. Tratou-se de um regresso auspicioso do piloto de Santo Tirso, depois de ter sido vítima de um acidente o ano passado, destacando-se na estreia com o Peugeot 208 R2.
Refira-se, por outro lado, que o piloto que ficou às portas dos lugares de pódio levou para casa o “título” de melhor piloto de Santo Tirso, relegando para o quinto lugar absoluto Tiago Caetano e Filipe Carvalho, em Peugeot 206 RC, a 1m56,0s do topo da pauta classificativa.
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