WRC, Rali de Portugal, PEC5: Top5 em 8.7s, Pajari vence, Fourmaux ‘aguenta’ liderança
Sami Pajari (Toyota) venceu a primeira passagem por Arganil, a quinta especial do rali, num troço marcado pela inversão do sentido tradicional. Com este resultado, Adrien Fourmaux (Hyundai) segurou a liderança da geral, mas viu Pajari ascender ao segundo lugar, e aproximar-se, enquanto Sébastien Ogier (Toytota) foi o principal ‘derrotado’, caindo para a quarta posição da classificação.
O troço ficou ainda marcado pelos problemas de tração de Dani Sordo (Hyundai), com o espanhol a ter uma ligeira saída em frente, e pelas dificuldades de Elfyn Evans (Toyota) ao abrir a estrada.
A ação em Arganil começou com Elfyn Evans a enfrentar a dureza de ser o primeiro na estrada, registando o tempo de 11:35.1. O galês admitiu hesitação perante a falta de aderência e a necessidade de validar as novas notas num piso que alternava entre zonas secas e secções escorregadias. Logo atrás, Takamoto Katsuta (Toyota) não conseguiu bater o colega de equipa, terminando a 3,7 segundos de Evans e revelando a necessidade de alterar afinações para compreender melhor o comportamento do carro.
A referência da prova mudou drasticamente com a passagem de Sami Pajari. O finlandês estabeleceu a marca de 11:28.2, sendo 6,9 segundos mais rápido que Evans, justificando o tempo com um bom fluxo de condução. Oliver Solberg (Toyota) foi o senhor seguinte na estrada, mas apesar do esforço, ficou a 3,3 segundos de Pajari, queixando-se da falta de tração e de um piso muito escorregadio.
O líder do rali, Adrien Fourmaux, confirmou o seu ritmo ao registar 11:28.8, apenas 0,6 segundos atrás de Pajari, mostrando satisfação com a rapidez das zonas de descida. Já Sébastien Ogier (Toyota) não conseguiu acompanhar o ritmo dos primeiros, perdendo 4,7 segundos para o vencedor do troço. O francês assumiu que, apesar da sua experiência na prova, a falta de equilíbrio do carro o impediu de ser mais veloz, o que resultou na queda para o quarto lugar da geral.
Thierry Neuville (Hyundai) fechou o grupo da frente com o tempo de 11:30.5, posicionando-se a 2,3 segundos de Pajari. O belga considerou o tempo positivo, pois continua na luta, notando que, apesar de não ser um tempo brilhante, os pneus não apresentavam desgaste excessivo. Em contraste absoluto, Jon Armstrong (Ford) completou a especial a 16,7 segundos do topo, satisfeito com a fluidez do traçado, enquanto Dani Sordo viveu um pesadelo.
O espanhol falhou uma travagem num cruzamento e, condicionado pela escolha de pneus de composto duro, perdeu 23,6 segundos, queixando-se da total ausência de tração e de bloqueios constantes de rodas.
No duelo interno da M-Sport, Josh McErlean (Ford) superou Armstrong por 1,7 segundos, apesar de admitir dificuldades com o equilíbrio do carro. Já Mārtiņš Sesks continuou a sentir dificuldades de ritmo, sendo o mais lento da Ford.
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