WRC, Rali de Portugal, PEC9: Sébastien Ogier vence na Candosa/Lousã e estende liderança
Sébastien Ogier (Toyota GR Yaris Rally1) venceu a segunda passagem por Candosa/Lousã e alargou para 5,0 segundos a vantagem sobre Thierry Neuville (Hyundai i20 N Rally1), com Martins Sesks (Ford Puma Rally1) a consolidar a sua recuperação ao limitar-se a 1,2 segundos do melhor tempo.
O troço também serviu para Adrien Fourmaux (Hyundai i20 N Rally1) mostrar alguma resposta após o duplo furo da passagem anterior, enquanto Sami Pajari (Toyota GR Yaris Rally1) caiu para sétimo, empatado com Elfyn Evans (Toyota GR Yaris Rally1), e Dani Sordo (Hyundai i20 N Rally1) continua distante das suas metas.
Elfyn Evans (Toyota GR Yaris Rally1) abriu a estrada, registando 4:34,2, com areia na zona inicial a tirar-lhe alguma aderência, apesar de considerar o percurso “ok”. Katsuta, com tempo de 4:34,3, ficou 0,1 segundos atrás dele, admitindo ainda falta de grip, mas um pouco mais equilíbrio após ajustes no carro. A referência mudou com a passagem de Solberg (Toyota GR Yaris Rally1), que assinou 4:33,7, superando Evans por 0,5 segundos graças a um controlo cuidado dos pneus, embora lamentasse o tempo perdido anteriormente.
Pajari (Toyota GR Yaris Rally1) rodou logo a seguir, com 4:34,2, igualando o registo de Evans, mas não antes de sofrer meia derrapagem numa zona muito escorregadia, a tentar devolver os segundos que perdeu.
Fourmaux (Hyundai i20 N Rally1), fez um troço de recuperação, com 4:33,1, melhorando o tempo de Solberg em 0,6 segundos, citando o problema de travagem que o levou ao sair de estrada e ao duplo furo no troço anterior, e reafirmando a decisão de seguir em frente.
A tabela começava a tomar corpo quando Ogier (Toyota GR Yaris Rally1) entrou no traçado: 4:30,3, 2,8 segundos abaixo do melhor registo de Fourmaux até ali, a sua terceira referência mais rápida da manhã, consolidando a liderança da prova. Neuville (Hyundai i20 N Rally1), 0,8 segundos atrás, fez 4:31,1, com quatro pneus macios e referências a uma estratégia de reutilização de composto, a comentar apenas que “estamos a reutilizar muitos pneus”.
Martins Sesks (Ford Puma Rally1) encerrou a luta mais apertada, com 4:31,5, ficando o terceiro tempo mais rápido, 2,5 segundos atrás de Sordo na luta pelo oitavo posto, e alegando que algo voltara a encaixar no carro, após bom trabalho da assistência remota. O drama continuou com Jon Armstrong e Shane Byrne (Ford Puma Rally1), sem direção assistida e a precisar que o copiloto manobrasse o travão de mão nas zonas mais lentas; o britânico cruzou em 4:53,6, com 23,3 segundos de atraso, mas contente por ter completado a luta de 7 quilómetros.
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