WRC, Rali de Portugal/PEC 13 Amarante 1: Ogier volta a aumentar vantagem, 8.1s
Sébastien Ogier (Toyota GR Yaris Rally1) começou o dia com um avanço de 3.7s, Thierry Neuville (Hyundai i20 N Rally1) em Felgueiras 1 e reduziu a margem para 1.7s mas em Cabeceiras de Basto 1, o piloto da Toyota recolocou a margem nos 5.0s. Em Amarante 1, a primeira passagem do troço mais longo do rali, voltou a aumentar a margem colocando-a nos 8.1s face a Neuville. Há muito rali pela frente, nada está garantido para ninguém, mas os primeiros sinais da manhã apontam para Ogier, que a pouco e pouco está a distanciar-se do piloto da Hyundai.
Oliver Solberg (Toyota GR Yaris Rally1) venceu a especial, 0.5s na frente de Ogier, com Elfyn Evans (Toyota GR Yaris Rally1) a 0.9s. notável para um troço com 26.24 Km. Assim se percebe o nível que estes pilotos estão a andar.
Como se percebe, a 13ª especial ficou marcada pela vitória de Oliver Solberg, que bateu Sébastien Ogier, com o francês a limitar os danos na chuva final, foi segundo no troço e reforçou a liderança da geral para 8,1 segundos sobre Thierry Neuville. Solberg aproxima-se do último lugar do pódio para já ainda ocupado por Sami Pajari (Toyota GR Yaris Rally1) colocando-se a 2.4s. Evans não está longe, 10.6s mais atrás, tendo conseguido hoje aproximar-se um pouco de Solberg, e foi Adrien Fourmaux (Hyundai i20 N Rally1) a ceder mais um pouco de terreno: começou o dia a 6.2s de Evans e já está a 8.6s.
Filme da especial
A PEC13 arrancou com a indicação de que seria preciso compromisso total. A meio do troço, Mārtiņš Sesks surgia em bom andamento, enquanto Adrien Fourmaux já dava sinais positivos nos setores. Ao mesmo tempo, começavam a cair pingos de chuva na parte final da especial, uma variável que prometia mexer com a ordem.
Sesks foi o primeiro a completar, em 16:59,8, admitindo ter sido perturbado pelas mudanças de superfície.
Josh McErlean melhorou entre os Ford da M-Sport e baixou a referência para 16:58,0, explicando que teve de gerir os pneus no asfalto e ignorar algumas linhas deixadas na estrada. Jon Armstrong ficou nos 17:02,5, 2,7 segundos atrás do colega de equipa, queixando-se do aquecimento dos pneus após a primeira secção de asfalto e da dificuldade em manter uma trajetória limpa.
Dani Sordo elevou o ritmo e levou a marca para 16:52,7, 5,3 segundos melhor do que McErlean, embora sem confiança total: faltava-lhe sensibilidade com o carro, sobretudo na travagem, e sentia muito deslizamento.
Takamoto Katsuta respondeu com 16:51,0, retirando 1,7 segundos ao tempo do espanhol, mas saiu muito insatisfeito, descrevendo a especial como extremamente escorregadia.
Fourmaux deu então um salto claro, parando o cronómetro em 16:46,0, 5,0 segundos mais rápido do que Katsuta, apesar de ter gerido pneus a pensar na chuva e de um ligeiro bloqueio do motor no arranque.
Evans assumiu a referência com 16:43,2, 2,8 segundos melhor do que Fourmaux, e aumentou para 8,6 segundos a vantagem sobre o francês na luta pelo 5º posto.
Solberg respondeu de imediato e venceu a especial com 16:42,3, apenas 0,9 segundos à frente do galês, mesmo admitindo falta de aderência e uma abordagem cuidada para preservar pneus.
Pajari ficou em 16:44,1, a 1,8 segundos de Solberg, mas reduziu a diferença para Neuville na disputa pelo 3.º lugar para apenas 2,4 segundos, penalizado por forte subviragem na secção de asfalto.
Já com chuva ligeira nos quilómetros finais, Neuville terminou em 16:45,9, 3,6 segundos atrás de Solberg, depois de escorregar bastante, cometer um pequeno erro e lutar para manter a traseira alinhada.
Ogier fechou a especial em 16:42,8, só 0,5 segundos mais lento do que Solberg, suficiente para reforçar o comando do rali: perdeu algum tempo no fim por causa da chuva, mas evitou um prejuízo muito maior.
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