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Médio Oriente: Governo afirma que utilização do território nacional respeita mecanismos legais

Médio Oriente: Governo afirma que utilização do território nacional respeita mecanismos legais

O ministro dos Assuntos Parlamentares afirmou hoje que o Governo defende a soberania nacional e age respeitando os “mecanismos legais aplicáveis à utilização do território nacional”, depois de o PCP defender que Portugal “não é um apêndice” norte-americano.
Esta posição foi assumida na intervenção de abertura do debate desta manhã em plenário, agendado pelo PCP, sobre soberania nacional e defesa da paz, depois de o secretário-geral comunista, Paulo Raimundo, ter defendido que Portugal deve “romper com o coro da loucura da guerra” e que o país não é “um apêndice dos EUA e da NATO, mesmo que o governo e Marco Rubio achem outra coisa”.
Paulo Raimundo fazia referência às declarações do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, que, numa entrevista à Fox News, elogiou a cooperação de Portugal com os Estados Unidos: “Há países na NATO que nos foram muito úteis. Destaco apenas um, Portugal. Eles disseram ‘sim’ antes mesmo de lhes dizermos qual era o assunto”.
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, defendeu que Portugal tem como eixos estruturantes da sua política externa a União Europeia, a NATO e a CPLP, argumentando que “esta clareza estratégica” é “crucial e imprescindível” num “sistema internacional marcado por uma enorme tensão geopolítica”.
Abreu Amorim afirmou que “no plano das relações externas, o Governo garante que Portugal atua e atuará sempre à luz do Direito Internacional e dos compromissos que assumiu com os seus aliados, assim como no quadro da defesa intransigente da nossa soberania nacional”.
“O Governo português continuará a agir com prudência, responsabilidade e no absoluto respeito pelos mecanismos legais aplicáveis à utilização de quaisquer forças e do território nacional”, frisou.

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