Bolsa de Lisboa e Europa abrem no vermelho e petróleo sobe com tensão no Médio Oriente
A Bolsa de Lisboa abriu a sessão desta segunda-feira com uma quebra de 0,49% para os 8.988,49 pontos. O petróleo valoriza com o aumento da tensão no Médio Oriente.
As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para a Semapa que cai 3,04% para os 22,30 euros, seguida pela Mota-Engil que desvaloriza 2% para os 4,71 euros, e os CTT que quebram 2,06% para os 6,18 euros.
No vermelho está ainda a Teixeira Duarte, o Banco Comercial Português (BCP), a Navigator, a EDP, a NOS, a Corticeira Amorim, a EDP Renováveis, a Jerónimo Martins, a REN, a Sonae, a Altri.
A negociar no verde encontra-se a Ibersol que valoriza 1,72% para os 11,80 euros e a Galp Energia que sobe 1,39% para os 20 euros.
Europa está no vermelho
As principais bolsas europeias abriram no vermelho. O DAX (Alemanha) cai 0,58% para os 23.815,86 pontos, o CAC 40 (França) desce 1,04% para os 7.870,15 pontos, e o FTSE 100 (Reino Unido) desvaloriza 0,18% para os 10.177,00 pontos.
O AEX (Países Baixos) desce 0,45% para os 1.005,86 pontos, o IBEX 35 (Espanha) desvaloriza 0,62% para os 17.483,28 pontos, e o FTSE MIB (Itália) quebra 2,02% para os 48.123,50 pontos.
O euro sobe 0,10%, face ao dólar, para os 1,16339 dólares e o euro quebra 0,09%, face à libra, para as 0,87155 libras.
O petróleo está a negociar em alta com o brent a subir 1,60% para os 111,01 dólares e o crude valoriza 1,86% para os 102,90 dólares. Esta subida justifica-se pela subida das tensões no Médio Oriente.
No domingo, o Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos afirmou ter enfrentado três drones — até ao momento, de origem desconhecida — que entraram no território deste país do Golfo, dois dos quais foram intercetados e um terceiro que colidiu com um gerador no perímetro externo de uma central nuclear, sem provocar risco radiológico.
O ministério manifestou intenção de “enfrentar com firmeza qualquer tentativa de minar a segurança nacional”, num momento em que os Emirados são o país mais atingido pelos ataques de retaliação iniciados após a guerra lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão em 28 de fevereiro.
Entretanto, o Presidente norte-americano, Donald Trump, assegurou que Teerão está a ficar sem tempo para chegar a um acordo sobre o cessar-fogo que permanece em vigor desde o início de abril e voltou a ameaçar com mais ataques.
“Para o Irão, o relógio avança, e é melhor que se apressem — depressa! —, ou não restará nada deles. O tempo é essencial!”, escreveu Trump na rede Truth Social, da qual é proprietário.
Trump responsabilizou Teerão pelo impasse nas negociações para pôr fim à guerra.
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