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Procura por compra de casa dispara 150% em Portugal

Procura por compra de casa dispara 150% em Portugal

A procura por compra de casa (apartamentos e moradias) em Portugal registou entre os meses de fevereiro e abril um crescimento homólogo de 150,4%. O mês de março destacou-se ao registar um aumento homólogo de 173,5%, enquanto fevereiro representou 34,1% do total (+162,6%) e abril fechou com 27,5% da procura (+113,0%), segundo os dados revelados pelo Imovirtual esta terça-feira.
Em termos geográficos Lisboa representou 23,2% da procura seguida do Porto com 21%, que apresenta o maior aumento, passando de 19,5% para 21% da procura nacional e registando um crescimento homólogo de 170,8% no número de pesquisas.
Vila Nova de Gaia mantém-se como o concelho com maior procura do país, representando 5,37% do total nacional, seguido de Lisboa com um valor bem próximo de (4,97%) e Sintra (4,28%). O concelho do Porto destaca-se ainda pelo maior crescimento entre os principais concelhos, com uma subida homóloga de 214,6% no número de pesquisas.
Por outro lado, Mafra lidera nos concelhos fora dos grandes centros urbanos com um aumento de 234,7%, seguido de Valongo (192,5%), Guimarães (191,9%), Matosinhos (185,7%) e Cascais (171,6%).
O preço médio acabou por registar um aumento homólogo de 3,2%, passando dos 291.750 euros em 2025 para os 301.014 euros em 2026, com Vila Nova de Gaia a destacar-se com o maior crescimento do preço médio, passando de 439.569 euros para 651.654 euros (+48,2%).
Já o Porto registou igualmente uma subida expressiva, de 535.276 euros para 679.762 euros (+27%), enquanto Braga passa de 334.892 euros para 464.341 euros (+38,7%), Gondomar de 306.477 euros para 440.354 euros (+43,7%) e Loures de 322.826 euros para 454.369 euros (+40,7%). Em sentido inverso, a Amadora apresenta a maior descida do preço médio procurado entre os principais concelhos, passando de 491.356 euros para 404.187 euros (-17,7%).
Em relação às tipologias, os T4 e T3 representam 15,7% e 15,4%, respetivamente, sendo que os T4 registaram o maior crescimento homólogo, com uma subida de +306,9%, enquanto os T3 cresceram +184,3%.
Já os T2 representam 9,1% da procura total em 2026 e registaram um crescimento homólogo de +252,5%, reforçando a procura por soluções intermédias, enquanto os T5+ perderam peso relativo, passando de 13% para 5,7%. Os T1 representam 1,6% da procura total e registaram um crescimento expressivo de +325,0%, refletindo um interesse ainda reduzido em peso, mas em forte crescimento face ao ano anterior.

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