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Qivalis: projeto de stablecoin indexada ao euro já conta com o apoio de 37 bancos

Qivalis: projeto de stablecoin indexada ao euro já conta com o apoio de 37 bancos

A Qivalis, emissora com sede em Amesterdão que planeia lançar uma stablecoin indexada ao euro no segundo semestre deste ano, já conta com o apoio de 37 bancos.
Entre os que se juntaram esta quarta-feira a este projeto de uma stablecoin associada à moeda europeia estiveram a Intesa Sanpaolo, ABN Amro, Nordea, Banco Sabadell, Banco da Irlanda, Swedbank, Groupe BPCE, Handelsbanken, Banco Nacional da Grécia, e Rabobank.
Entre os apoiantes da Qivalis já estavam o BNP Paribas, ING e UniCredit.
As stablecoins são moedas digitais que têm como objetivo manter um valor estável ao longo do tempo, através de uma ligação a uma moeda oficial (dólar ou euro por exemplo).
“O euro é a moeda da Europa e a infraestrutura financeira on-chain deve suportá-lo — construída pelas instituições europeias e regida pelas regras europeias. Esta expansão representa um grande passo em direção a um ecossistema on-chain aberto e compatível com o euro e demonstra que a maioria das instituições europeias já priorizou a liquidação on-chain nativa do euro na sua viagem para os ativos digitais”, referiu o CEO da Qivalis, em declarações trancritas pela publicação The Banker.
Esta stablecoin europeia pretende rivalizar com o domínio das stablecoins associadas ao dólar. De acordo com a Qivalis só 0,2% das stablecoins que estão em circulação estão ligadas ao euro.
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, já tinha dado conta numa intervenção durante o fórum Económico do Banco de Espanha, realizado a 8 de maio, da dependência das stablecoins associadas ao dólar.
“As stablecoins cresceram de menos de 10 mil milhões de dólares há seis anos para mais de 300 mil milhões de dólares atualmente. São predominantemente denominadas em dólares americanos, e quase 90% do mercado é controlado por duas estações – Tether e Circle – sediadas em El Salvador e nos Estados Unidos, respetivamente”, disse Christine Lagarde.

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