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David Coulthard rendido ao Gen4: “redefine o que um carro de corrida pode ser”

David Coulthard rendido ao Gen4: “redefine o que um carro de corrida pode ser”

David Coulthard saiu impressionado da sua experiência ao volante do Gen4 em Monte Carlo, descrevendo o novo carro como uma máquina capaz de oferecer sensações “que ninguém alguma vez experimentou em competição”.
No excerto divulgado, o vice-campeão do mundo de Fórmula 1 de 2001 sublinha sobretudo a aceleração, a tração integral permanente e a capacidade do carro em transferir potência à saída das curvas, num testemunho que reforça a expectativa em torno da nova geração.
“Essa é, de longe, a maior aceleração que alguma vez senti em Monte Carlo, e eu ganhei aqui duas vezes”, afirmou Coulthard, ainda ofegante após a experiência. “Estou um pouco sem palavras, na verdade. Meu Deus, que máquina.”

Aceleração, tração e uma nova referência
Ao comparar o Gen4 com a geração anterior, Coulthard sustenta que as diferenças são profundas e vão além de uma simples evolução técnica. O antigo piloto considera que o Gen3 é um carro de referência, no seu tempo, mas entende que o novo modelo eleva drasticamente o desempenho, sobretudo pela combinação entre tração às quatro rodas e capacidade de aceleração: “Não se pode comparar, na verdade, o Gen3 e o Gen4”, disse. “À saída de cada curva, a aceleração é como nunca experimentaste.”
Coulthard acrescenta que o comportamento do carro em travagem ainda mantém pontos de contacto com um monolugar convencional, mas realça que, a partir do vértice, a resposta muda de escala. “Pensas que já estás a pedir demasiado ao carro, mas ele aceita mais. E depois percebes que aceita tudo”, resumiu, numa formulação que procura traduzir a capacidade de tração e entrega de potência sentida em pista.
Monte Carlo serviu de palco à surpresa
O cenário de Monte Carlo ajudou a amplificar o impacto da experiência, até pela familiaridade de Coulthard com o circuito urbano do Principado. O antigo piloto recorreu, aliás, a uma imagem cinematográfica para descrever a passagem pelo túnel, comparando a sensação ao efeito de “hipervelocidade velocidade” de Star Wars.
Testemunho reforça expectativa em torno do Gen4
No final, a reação foi inequívoca. Questionado sobre se tinha gostado da experiência, Coulthard respondeu sem hesitar: “Não. Adorei.”
Mais do que um elogio espontâneo, a declaração funciona como sinal do impacto causado por um monolugar que, nas palavras do antigo piloto, está prestes a “redefinir o que um carro de corrida pode ser”.
FOTO Coulthard GEN4 Monaco Photo by Jordan McKean LAT Images

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