“Diálogo contínuo entre arte, natureza e ancestralidade”. Festival Being Gathering regressa a 1 de julho
O Being Gathering 2026, um festival holístico e alternativo, vai regressar de 1 a 5 de julho a Idanha-a-Nova, com uma programação multidisciplinar guiada pelo tema “Remembering Our Ancestry”.
Durante os cinco dias vão ser apresentadas 180 horas de programação, distribuídas por sete áreas temáticas, que reúnem 102 facilitadores e artistas internacionais e 35 terapeutas.
Com uma programação diária entre as 9h e as 24h, o destaque musical vai para Curawaka, El Búho e Liquid Soul.
Já no pilar da incorporação e movimento destacam-se Harmony Slater, Karimu Samuels e Bloomurian. Na dimensão de desenvolvimento e expansão o programa inclui Satya, Chris Corsini e Anna Bariyani.
“A programação artística e experiencial do BG 2026 estabelece um diálogo contínuo entre arte, natureza e ancestralidade”, lê-se em comunicado da organização do evento, a Boom Festival Team.
O festival conta ainda com o momento “Woven Voices”, de Lex Empress, uma instalação “participativa onde palavras e testemunhos individuais são transformados numa peça coletiva de memória partilhada”.
A sustentabilidade é um dos pontos centrais deste festival, que conta com medidas concretas neste sentido. Para tal o festival vai disponibilizar urinóis femininos ecológicos, construídos com tijolos de cânhamo, uma zona de caravanas próxima das áreas de programação, novos chuveiros, um ginásio com vista para o lago, a ampliação da área de campismo e cinco espaços dedicados a massagens e sound healing.
O festival conta com uma cantina aberta ao público, e o seu sistema de saneamento é 100% ecológico.
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