GP Canadá F1: Estratégia dependente da meteorologia
Não se espera uma corrida tranquila do ponto de vista estratégico mais logo, no GP do Canadá. A meteorologia promete fazer das suas e com chuva prevista para a corrida tudo pode mudar.
A Pirelli espera que as equipas adotem uma estratégia de uma paragem, caso as condições se mantenham secas em Montreal. O Diretor Desportivo da Pirelli, Dario Marrafuschi, confirmou que a combinação médios-duros é a mais rápida em teoria, com a paragem a realizar-se entre as voltas 21 e 27. Para as equipas que largam de mais atrás, a estratégia inversa duros-médios permite prolongar o primeiro stint até às voltas 38-44, oferecendo maior flexibilidade em termos de posição em pista e possíveis intervenções do safety car.
O pneu macio revelou uma degradação linear e limitada ao longo da Sprint, abrindo a porta a uma opção mais agressiva para alguns pilotos: arrancar com os macios e realizar a paragem entre as voltas 17 e 23, antes de completar a corrida com os duros. Esta estratégia poderá ser particularmente apelativa para pilotos do meio do pelotão que pretendam ganhar posições no arranque.
É preciso ter em conta a entrada do Safety Car, evento muito comum na prova canadiana, o que pode abrir janelas de oportunidade.
Caso a chuva chegue, cenário que a Pirelli considera altamente provável, o quadro estratégico muda radicalmente com a utilização dos dois compostos de chuva. A Pirelli introduziu a partir do Grande Prémio de Miami uma atualização regulamentar que estende a autorização de uso de mantas de aquecimento também aos pneus de chuva extrema, fixados a 40 °C durante duas horas, o que poderá ajudar a mitigar os desafios de aquecimento já identificados para as condições frias previstas em Montreal.
Foto: Philippe Nanchino / MPSA
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