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Imperial Brands Portugal reforça combate ao comércio ilícito de tabaco

Imperial Brands Portugal reforça combate ao comércio ilícito de tabaco

A Imperial Brands Portugal e a Unidade de Ação Fiscal (UAF) da Guarda Nacional Republicana (GNR) estabeleceram um protocolo de cooperação que visa o reforço ao combate ao comércio ilícito de tabaco, através do desenvolvimento de ações de formação e capacitação técnica dirigidas a operacionais.
Em comunicado, a Imperial Brands Portugal destaca que este acordo “acontece num momento em que disparam as apreensões de tabaco ilegal, que já ultrapassaram em quatro meses o total de todo o ano anterior”.
De acordo com a informação veiculada pela Imperial Brands Portugal, este protocolo de cooperação “visa dotar os militares da Unidade de Ação Fiscal da GNR de ferramentas especializadas que permitam aumentar a eficácia na deteção e combate a este tipo de criminalidade”. Telmo Correia, secretário de Estado da Administração Interna, realça que esta parceria “é fundamental para podermos ser mais eficientes na luta contra o comércio ilícito de tabaco”.
 As autoridades policiais divulgaram ainda dados que mostram a “intensificação da atividade operacional: nos primeiros quatro meses e meio do ano, as apreensões de tabaco já superam o total registado em 2025, representando um aumento de cerca de 71%” e que até ao momento “foram apreendidos mais de 5,3 milhões de cigarros e 10 toneladas de folha de tabaco e tabaco de corte fino, face a 3,1 milhões de cigarros e 9,1 toneladas apreendidos ao longo de todo o ano anterior”.
Neste Fórum, especialistas e autoridades alertaram para a “crescente sofisticação das redes criminosas, nomeadamente através do aumento de fábricas ilegais de produção de tabaco na Europa ocidental, tendo sido já desmantelada uma fábrica em Portugal este ano”.
Foi ainda destacada a importância de “assegurar que futuras decisões regulatórias e fiscais tenham em conta o risco de expansão do mercado paralelo, com impacto na perda de receita fiscal e no financiamento de redes ilícitas”.
Miguel Simões, diretor de mercado da Imperial Brands Portugal, destaca que “o combate ao contrabando exige uma abordagem colaborativa, reconhecendo o papel das autoridades e envolvendo também os setores mais impactados por este fenómeno.” Para responsável “a colaboração entre agentes públicos e privados é pertinente e o seu aporte mútuo inquestionável. No arranque deste projeto Não Contrabando, dou como bom exemplo o canal de denúncias que introduzimos no nosso website.”
 O Fórum Não Contrabando surge no âmbito da plataforma Não Contrabando, uma iniciativa promovida pela Imperial Brands Portugal com o objetivo de sensibilizar a opinião pública para os impactos económicos, sociais e fiscais do comércio ilícito de tabaco. Enquanto compromisso contínuo da Imperial Brands na luta contra o comércio ilícito, a plataforma reúne informação relevante sobre o combate ao contrabando e à contrafação de produtos de tabaco e disponibiliza ainda um canal de denúncia anónima de práticas ilegais associadas à produção, distribuição e comercialização destes produtos, através do site www.naocontrabando.imperialbrands.pt, onde é igualmente possível consultar todos os conteúdos gerados no âmbito do Fórum, incluindo o respetivo programa.

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