Remax fecha primeiro trimestre com volume de preços de dois mil milhões
A Remax Portugal terminou o primeiro trimestre com um volume de preços de dois mil milhões de euros, um aumento de 3% face ao período homólogo, com os portugueses a serem responsáveis por 78% das transações efetuadas para compra e arrendamento de imóveis.
Em relação aos investidores internacionais destaque para o Brasil com 7,3% das transações, um aumento de 1,1% em relação ao período homólogo, seguidos por Angola (1,7%), Estados Unidos (1,5%) e França (0,8%), destacando-se o facto de neste trimestre terem sido realizadas vendas a 91 nacionalidades.
Os apartamentos e moradias , representaram cerca de 57% e 25% do total, das transações. Em relação às tipologias de apartamentos, as mais transacionadas foram os T2 (46%), T3 (30%) e T1 (17%).
No que diz respeito às moradias, destacaram-se as tipologias T3 (40%), T2 (24%) e T4 (19%), enquanto os terrenos e as lojas representaram, em conjunto, entre 12% e 13% do total das transações efetuadas.
Ao nível geográfico, Lisboa continua a liderar o top-10 com 33%. Seguem-se os distritos do Porto (13,1%), Setúbal (9,9%), Braga (7,4%), Aveiro (5,2%), Coimbra (4,8%), Santarém (4,7%), Faro (4,3%), Leiria (4%) e Viseu (3,1%).
Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX, referiu que “os resultados alcançados nos primeiros três meses do ano demonstram o vigor e a robustez da marca RE/MAX. A rede tem mantido elevados índices de satisfação dos clientes, ao mesmo tempo que evidencia uma dinâmica sem paralelo no mercado nacional. De facto, ao registar crescimentos nos vários indicadores do setor, num contexto marcado por uma substancial falta de oferta habitacional, que acaba por limitar o próprio mercado, a rede voltou a comprovar a sua liderança”.
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