Miguel Maya e equipa executiva do BCP recebem 4 milhões de ações avaliadas em 3,9 milhões de euros
O Banco Comercial Português (BCP) procedeu à entrega de um total de 4.087.904 ações (mais de 4 milhões de ações) da instituição aos membros da sua comissão executiva, um lote que se insere no âmbito da política de remuneração variável em vigor e que reflete o desempenho de vários exercícios.
De acordo com o comunicado hoje divulgado pelo banco liderado por Miguel Maya, estes títulos representam cerca de 0,03% do capital social da instituição financeira. As transações foram formalizadas no passado dia 25 de maio e processadas ao preço unitário de 0,9616 euros.
A maior fatia destas ações destinou-se precisamente a Miguel Maya, presidente da comissão executiva, que recebeu um lote de 871.156 títulos. Seguem-se os vice-presidentes Miguel de Bragança, com 649.155 ações, e João Nuno Palma, que arrecadou 626.755 títulos.
Entre os vogais da comissão executiva do banco, o destaque vai para Maria José Campos, a quem foram atribuídas 843.490 ações. Os restantes vogais, Rui Teixeira e José Miguel Pessanha (ambos saíram este ano), receberam 557.225 e 540.123 títulos, respetivamente.
Esta distribuição de ações, liquidadas sob a forma de rendimento em espécie, corresponde não só ao pagamento da remuneração variável relativa ao exercício de 2025, mas também a parcelas diferidas dos anos de 2020 a 2024, acrescidas da remuneração variável de longo prazo que compreende o período entre 2022 e 2025.
Paralelamente, e no seguimento de um ajuste a comunicações anteriores efetuadas no final de abril, o BCP distribuiu ainda um bloco adicional de 50.006 ações dirigido a um conjunto alargado de dirigentes e colaboradores não executivos da instituição, relativos a acertos da remuneração diferida de 2024.
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