Carneiro afirma que PS não é visado e afasta leitura política sobre momento da operação judicial
O secretário-geral do PS afirmou esta quinta-feira que as autoridades judiciárias transmitiram que o partido não é visado pelas investigações em curso e afastou qualquer leitura política sobre o momento escolhido para esta operação judicial.
Estas posições foram transmitidas no parlamento por José Luís Carneiro, em declarações aos jornalistas sobre a operação da PJ que está centrada num “alegado esquema de favorecimento associado ao poder autárquico do PS em Lisboa”.
“As autoridades judiciais comunicaram-nos que o PS não era visado nesta investigação”, declarou o líder dos socialistas.
Questionado se há alguma relação entre a atual conjuntura política e o momento escolhido pelas autoridades judiciárias para desencadearem esta operação, o secretário-geral do PS recusou.
“Não, as autoridades judiciárias devem desenvolver o seu trabalho, como sempre disse, aliás, no momento que consideram oportuno. O nosso dever e o meu dever, quero garanti-lo – fá-lo-ei sempre – é cooperar com as autoridades para garantir a legalidade e o cumprimento no exercício dessa legalidade dos princípios fundamentais do Estado de Direito”, respondeu.
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