Microsoft planeia cortar menos de 2,5% dos empregos depois de pior queda mensal desde 2000
A Microsoft está a planear um novo corte na sua força de trabalho. A tecnológica, liderada por Satya Nadella, fechou junho com o seu pior desempenho mensal, em bolsa, desde dezembro de 2000, ao acumular uma desvalorização de 19%, o equivalente a uma perda de 650 mil milhões de dólares (569,7 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual) em capitalização bolsista, referiu o Seattle Times.
Este corte deve afetar menos de 2,5% da força de trabalho, que se fixa atualmente em 220 mil trabalhadores, refere a Business Insider. O plano de redução de empregos na tecnológica pode afetar áreas como as vendas e a consultora e ainda a divisão de jogos da Xbox, de acordo com fontes conhecedoras do processo, referiu a Business Insider.
De acordo com a mesma publicação, o anúncio de corte de empregos deve ser anunciado na próxima semana. Algumas das pessoas afetadas devem receber ofertas de novas funções imediatamente, avançou uma das fontes.
Empresa avançou com programa de reforma voluntária
No início do ano a empresa anunciou um programa de reforma voluntária que oferecia indemnizações a funcionários de nível 67 ou inferior nos Estados Unidos com 70 anos ou mais de idade e tempo de serviço. Cerca de 7% das 125 mil pessoas que a tecnológica possui nos Estados Unidos, ou nove mil, estavam elegíveis. Cerca de um terço das pessoas elegíveis aceitaram o programa, de acordo com uma fonte consultada pela Business Insider.
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