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Laurel entra na administração da Fundação Ricardo do Espírito Santo e cria plataforma nacional de valorização dos artífices

Laurel entra na administração da Fundação Ricardo do Espírito Santo e cria plataforma nacional de valorização dos artífices

A associação que reúne Marcas Portuguesas de Excelência passou a integrar Conselho de Administração da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva a partir de 10 de julho com o objetivo de criar plataforma nacional de valorização, preservação e formação de artífices.
Em comunicado, a associação liderada por Francisco Carvalheira, diz que no passado dia 10 de julho de 2026, na sequência de convite endereçado pelo Conselho de Curadores da FRESS –  Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva, a Laurel – Associação das Marcas Portuguesas de Excelência passou a integrar o novo Conselho de Administração da Fundação.
Com esta integração, o Conselho de Administração da FRESS passa a ser composto por Eduarda Napoleão, Presidente, por João Villa-Lobos, como vogal e administrador executivo, por Joana Ricciardi, por José Pedro Chaves e por Francisco Carvalheira, enquanto vogais do conselho de administração.
“Nos últimos dois anos, a Laurel tem vindo a desenvolver um projeto com o objetivo de criar uma plataforma que una as nossas Marcas em torno da valorização dos ofícios tradicionais e da formação das futuras gerações de Artífices”, lê-se no comunicado.
Para a Laurel, que tem como missão promover e valorizar as Marcas Portuguesas de Excelência assentes no talento, no saber-fazer e na dedicação dos artífices, esta entrada representa a concretização de um projeto trabalhado nos últimos dois anos: a criação de uma plataforma que una as marcas em torno da valorização dos ofícios tradicionais e da formação de novas gerações.
“Preservar, dignificar e formar novas gerações de Artífices é um compromisso estratégico, pois são eles a base da excelência das nossas Marcas”, sublinha a associação.
Fundada em 1953 por Ricardo do Espírito Santo Silva, a FRESS – com sede no Largo das Portas do Sol, em Lisboa, e tutela de 18 oficinas de artes decorativas, museu e escola – é há mais de sete décadas a instituição de referência na preservação das artes e ofícios em Portugal.
A entrada da Laurel no seu órgão de gestão é lida pelo mercado como um sinal de reaproximação entre o património artesanal e o tecido empresarial de luxo e excelência. Num momento em que a diferenciação pela autenticidade, sustentabilidade e origem é um fator crítico de competitividade internacional, a qualificação de artífices torna-se um ativo económico.
A participação da Laurel permitirá, segundo a associação, “desenvolver um projeto ambicioso de valorização do saber-fazer português, da formação e da preservação dos ofícios de excelência, contando com o envolvimento e a participação ativa de todos os Associados”.
Num comunicado a associação sublinha que “juntos, reforçaremos o futuro das Marcas Portuguesas de Excelência através da valorização daqueles que lhes dão origem: os Artífices Portugueses.”

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