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Abertas candidaturas de 45 milhões de euros no Compete 2030

Abertas candidaturas de 45 milhões de euros no Compete 2030

O Ministério da Economia e da Coesão Territorial confirmou que os Laboratórios Colaborativos (CoLAB) e os Centros de Tecnologia e Inovação (CTI) já podem candidatar-se a uma linha de financiamento de 45 milhões de euros, lançada pelo Compete 2030.
“O concurso enquadra-se no Sistema de Apoio a Ações Coletivas (SIAC), na tipologia de transferência do conhecimento científico e tecnológico para o setor empresarial e para a mobilização de investimento privado em Investigação e Desenvolvimento (I&D) e adoção de tecnologias avançadas. As candidaturas decorrem até 15 de outubro de 2026 e abrangem os CoLAB e CTI das regiões Norte, Centro e Alentejo. O apoio é cofinanciado em 85% pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER)”, acrescentou.
O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, disse que a transferência de conhecimento tecnológico e da inovação para o setor empresarial “é uma das prioridades” do Governo. “A capacidade de aprofundar esta relação com a economia é essencial ao crescimento de Portugal e é hoje um critério decisivo de competitividade entre países”, acrescentou.
“Portugal tem de ser capaz de transformar o conhecimento que produz em mais inovação e mais investimento em produtos e serviços de maior valor acrescentado. Os CoLab e CTI têm aqui um papel fundamental, ao aproximarem instituições de ensino superior, centros de investigação e empresas e ao contribuírem para o desenvolvimento de soluções com impacto social, ambiental e económico”, disse o Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando
Alexandre.
Estão abrangidas neste concurso do Compete 2030, entre outras, as seguintes ações para os CoLAB e CTI: “Reforçar a orientação económica da rede de instituições intermédias de I&I, promovendo a criação e o desenvolvimento de novos canais e formatos de valorização, transferência e difusão de conhecimento para o tecido económico, nomeadamente através da promoção de fases de teste e validação pré-comercial de projetos de investigação com potencial de valorização económica; Criação, reforço e capacitação de plataformas e meios de divulgação, demonstração e transferência de conhecimento para a comunidade empresarial e da promoção de ideias inovadoras desenvolvidas por investigadores no âmbito do sistema de I&I; Aumentar quantitativa e qualitativamente a informação dirigida ao setor empresarial quanto à relevância e impacto da inovação baseada no conhecimento e da colaboração entre empresas, particularmente entre as PME, e a rede de entidades não empresariais do sistema de I&I; Aumentar o nível de valorização, transferência e exploração de conhecimento científico e tecnológico, assim como a utilização de metodologias e ferramentas apropriadas, nomeadamente as associadas à gestão da propriedade intelectual (por exemplo, patentes) ou a processos de normalização, certificação e enquadramento regulatório de
tecnologias”.

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