Ministra da Saúde rejeita ter falhado, mas admite “grande tensão” na pasta
A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, rejeita ter “falhado” no caso da grávida que morreu no Amadora-Sintra, mas admite cumprir o seu dever “sempre debaixo de grande tensão e pressão mediática”.
“Não sinto que tenha falhado, estou a cumprir o meu dever, admito que sempre debaixo de grande tensão e pressão mediática, mas não me desviarei nem um milímetro de cumprir esse dever, como toda a gente sabe continuarei aqui a trabalhar todos os dias com o Governo de que faço parte para melhorar a condição de saúde dos portugueses”, disse Ana Paula Martins esta quarta-feira quando questionada pelos jornalistas à margem da Convenção Nacional da Saúde (CNS), onde foi apresentado o Relatório de Avaliação de Desempenho e Impacto do Sistema de Saúde (RADIS).
Interrogada sobre se não deveria ter falado com a família da grávida que morreu no Amadora-Sintra, a governante afirmou que “todas as palavras que podia dar, de lamento e de grande consternação, dei-as no dia em que soube da ocorrência”, sendo agora altura de aguardar “serenamente” os resultados dos inquéritos que estão em curso sobre o caso.
Sobre o alegado pedido de demissão feito ao primeiro-ministro, Ana Paula Martins nada disse.
Notícia em atualização
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