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Shanghai volta a ser destino para executivos portugueses conhecerem aplicações de IA

Shanghai volta a ser destino para executivos portugueses conhecerem aplicações de IA

Shanghai volta a ser o destino escolhido pela Instinct para uma missão empresarial dedicada à inteligência artificial (IA), que reunirá um grupo restrito de executivos e empreendedores portugueses.
Esta será a terceira vez que a organização leva empresários nacionais à cidade chinesa para conhecer de perto empresas e tecnologias que estão a marcar o desenvolvimento da AI.
Ao longo de cinco dias, os participantes terão contacto com empresas de diferentes setores, incluindo automóvel, serviços digitais, robótica, automação industrial e saúde. Entre as empresas previstas estão a NIO, Meituan, AgiBot, ABB Robotics, Tencent e United Imaging.
A iniciativa pretende proporcionar aos participantes uma visão prática da utilização da IA na economia chinesa, através de visitas e contactos com empresas que já aplicam estas tecnologias em operações comerciais e industriais.
O programa da missão inclui diferentes aplicações da inteligência artificial. Na área da mobilidade, os participantes vão conhecer a NIO, empresa chinesa de veículos elétricos, enquanto a Meituan permitirá observar a evolução dos serviços on-demand e da utilização de robôs e drones nas entregas.
A AgiBot será outro dos pontos do programa, com foco na robótica humanoide, enquanto a ABB Robotics representa a aplicação da automação em ambientes industriais.
Já a Tencent permitirá conhecer o ecossistema digital associado ao WeChat, uma das principais plataformas digitais chinesas. Na área da saúde, a visita à United Imaging estará centrada nas tecnologias de imagiologia médica e nas aplicações de IA no setor.
Para Nuno Ribeiro, da Instinct, o objetivo da iniciativa passa por proporcionar aos líderes empresariais uma experiência direta que lhes permita compreender melhor a transformação tecnológica em curso.
“Não vendemos uma viagem. Vendemos uma mudança de perspetiva”, afirma, defendendo que existe uma diferença entre conhecer informação sobre inteligência artificial e observar diretamente as empresas que estão a desenvolver e aplicar essas tecnologias.

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