O “não” da Islândia e uma novela de verão com Luís Neves. Veja o rating desta semana
Manuel Castro Almeida, ministro da Economia e Coesão Territorial | A-
Cumprir o objetivo de executar o PRR na totalidade e dentro dos prazos é uma vitória. Mais ainda quando se sabe como é difícil o Estado concretizar e num tempo tão curto. Veio de trás, é certo, mas a meta foi atingida agora, depois das reprogramações e de se adaptarem regras. Merece uma notação alta.
Reinaldo Teixeira, presidente da Liga Portugal | A-
O futebol é uma indústria e Portugal tem-se afirmado como um agente relevante no mercado global. Este defeso confirma a capacidade exportadora do campeonato português, que ombreia com ligas maiores. Também que a gestão está a ser criteriosa. As contas estão no verde, equilibradas. A indústria está bem e recomenda-se.
Kristrún Frostadóttir, primeira-ministra da Islândia | B-
Os islandeses recusaram reatar as negociações para uma possível adesão à União Europeia, mesmo com a pressão da ameaça russa, por um lado, e a cobiça norte-americana, pelo outro. A chefe do Governo sai em perda com este resultado. Mas Bruxelas também, que vê posta em causa a sua capacidade de atração. Mais uma vez.
Luís Neves, ministro da Administração Interna | C-
O protagonista da novela política do verão perdeu tanto valor que deixou de ter mercado. Tornou-se um ativo tóxico, que condiciona a atividade política. É um alvo não pelo que faz como ministro, mas pela gestão que fez da PJ. Deixou de ser relevante de que lado está a razão, porque, a metralha cerrada deitou abaixo a autoridade.
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