Cabaz alimentar volta a subir pela segunda semana consecutiva para 255,26 euros
O preço do cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste voltou a subir na última semana, tendo aumentado 52 cêntimos face à semana anterior, fixando-se nos 255,26 euros, foi hoje anunciado.
Trata-se da segunda semana consecutiva a subir, ainda que o aumento da última semana seja inferior à subida de 2,11 euros registada na anterior.
A cesta alimentar é composta por 63 bens alimentares e inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.
Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Entre 02 e 09 de setembro, “o carapau registou um aumento de 23% para 5,46 euros/kg, a curgete subiu 20% para os 2,15 euros e o atum posta em azeite registou um acréscimo de 17% para os 2,21 euros”, adianta a Deco Proteste, em comunicado, indicando que estes foram os três produtos cujo preço mais aumentou (percentualmente) face à semana anterior.
No início do ano, para comprar o mesmo cabaz, os consumidores gastavam menos 13,34 euros (menos 5,55%).
Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 14,61 euros (menos 6,07%).
Já no início de 2022, era possível gastar menos 67,56 euros (uma diferença de 35,99%).
Em relação ao mesmo período do ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o carapau (43% custando atualmente 5,46 euros/kg), o robalo (30% custando atualmente 10,48 euros/kg), e o bacalhau graúdo (26% o que se reflete num custo de 20,06 euros/kg).
Desde 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram registados na carne de novilho para cozer (101% para 11,72 euros/kg), no bacalhau graúdo (89% para 20,06 euros/kg) e na couve-coração (89% para 1,88 euros).
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