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“Champions” ganha audiências e valor mediático para os patrocinadores dispara 40%

“Champions” ganha audiências e valor mediático para os patrocinadores dispara 40%

A Liga dos Campeões está a ganhar valor mediático para os patrocinadores com uma subida exponencial das audiências plasmada nos números referentes à temporada 2025/26, já com o novo modelo desportivo da prova milionária que foi estreado em 2024/25.
A competição mais endinheirada da UEFA acumulou 1.900 milhões de telespectadores na temporada passada, o maior alcance global desde a época 2017/18. Este enorme crescimento das audiências potenciou uma subida estimada entre 30% a 40% no valor mediático para os patrocinadores, de acordo com dados da Nielsen Sports.
A plataforma Nielsen Fan Insights contabiliza que a principal competição da UEFA conta atualmente com mais de 860 milhões de adeptos em todo o mundo, algo que coloca a “Champions” no mesmo patamar da Premier League. Este crescimento exponencial foi estimulado pela introdução do novo modelo competitivo na temporada 2024/25.
Explica a consultora que o crescimento das audiências da Liga dos Campeões foi impulsionado pelo consumo das partidas em direto, algo que permitiu um crescimento do valor mediático para patamares nunca vistos: entre 30% a 40%.

Como seria de esperar, o ecossistema digital é um elemento fundamental neste crescimento e ganha um peso cada vez maior no processo de decisão dos patrocinadores no momento de “entrar em campo” com a UEFA no palco da Liga dos Campeões. Estima-se que os conteúdos digitais associados à “Champions” tenham gerado um total de 1.510 milhões de interações.
Mais interessante ainda: nos canais oficiais da Liga dos Campeões no TikTok e Instagram, a presença das marcas atingiu um valor mediático médio de quase 85 mil euros por publicação, de acordo com medição da consultora.
Todos estes números ganham especial relevância num contexto em que a UEFA irá adotar uma nova estratégia comercial para o ciclo 2027/28, relacionado com mudanças na estrutura dos acordos comerciais, na duração dos contratos, no agrupamento dos direitos e na entrada e saída dos patrocinadores de maior relevância. Nesse sentido, é de salientar a saída de patrocinadores como a AB InBev e Heineken, que já tinham uma relação comercial de trinta anos com a UEFA.

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