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São Tomé/Eleições: MLSTP promete Governo que inclua pessoas de fora do partido

São Tomé/Eleições: MLSTP promete Governo que inclua pessoas de fora do partido

O presidente do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP) prometeu este domingo, 27 de setembro, formar um Governo que não seja composto apenas por militantes do partido, em caso de vitória nas legislativas que se realizam hoje.
“A partir de amanhã, depois da vitória, o primeiro contacto será com o Presidente da República. Depois de (…) definirmos a estratégia de uma maior coesão e integração de todos para o avanço do país, irei também encetar contactos com todos os órgãos de soberania, as confissões religiosas, a sociedade civil, a diáspora, de formas a montarmos um Governo que não seja apenas de elementos do MLSTP, ou seja, de militantes do MLSDP”, garantiu Américo Barros.
O líder do maior partido da oposição, que não vence umas legislativas há 24 anos, justificou: “Porque o nosso lema é todos contam e ninguém fica de fora. Daí que, onde haja competências, seja ela na sociedade civil, seja ela nos outros partidos políticos e na diáspora, teremos que nos unir para o bem de São Tomé e Príncipe”.
“O carinho que recebemos do nosso povo… nós quase temos a certeza absoluta que seremos poder a partir de hoje à noite”, afirmou, convicto, após ter votado numa das assembleias de voto localizada no Instituto Superior de Educação e Comunicação da Universidade de São Tomé e Príncipe.
Às eleições legislativas, autárquicas e regionais de 27 de setembro em São Tomé e Príncipe concorrem quatro partidos com assento parlamentar: Ação Democrática Independente (ADI); Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP); a coligação Movimento de Cidadão Independentes/Partido de Unidade Nacional (MCI-PUN); e o Movimento Basta.
Outros três partidos sem assento parlamentar vão a votos: o Partido de Convergência Democrática (PCD), o Movimento Democrático Força da Mudança (MDFM) e o recém-criado Movimento Político Nossa Terra.
Para as legislativas estão em disputa 55 assentos da Assembleia Nacional e estão inscritos mais de 146 mil eleitores, um aumento de quase quatro mil em relação às eleições presidenciais de 19 de julho, quando foi reeleito Carlos Vila Nova, à primeira volta.

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