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De Ríos a João Veloso. Emprestados obrigam Marco Silva a repensar Benfica

De Ríos a João Veloso. Emprestados obrigam Marco Silva a repensar Benfica

Melhor era difícil. Quase um mês depois do encerramento de um mercado de transferências particularmente agitado, o Benfica tem motivos para sorrir, neste caso em concreto, face aos resultados apresentados, até ao momento, pela política de empréstimos delineada pela direção encabeçada por Rui Costa.
 
Jogadores como Richard Ríos, Franjo Ivanovic ou João Veloso não entravam nos planos de Marco Silva para a nova temporada desportiva de 2026/27, mas têm vindo a aproveitar as respetivas oportunidades para ‘darem cartas’, tendo em vista um regresso ao Estádio da Luz ou, eventualmente, uma saída definitiva, num futuro não muito distante.
Nem tudo é um ‘mar de rosas’ (o caso de Tiago Parente é particularmente preocupante), mas os sinais são positivos. Com isso em mente, o Desporto ao Minuto apresenta-lhe o ponto da situação dos futebolistas cedidos pelos encarnados, até àquela que foi a primeira pausa para compromissos internacionais da época.
Richard Ríos, Franjo Ivanovic e João Veloso já ‘fazem estragos’
Richard Ríos custou, há pouco mais de um ano, 27 milhões de euros ao Benfica. É verdade que o investimento não teve o retorno esperado, mas também o é que não tardou em conquistar a titularidade, no Al-Ittihad Jeddah, e até já soma uma assistência (para golo de Steven Bergwijn, na vitória sobre o Al-Faisaly, por 1-3).
Franjo Ivanovic tem sentido mais dificuldades em alcançar o mesmo estatuto, no Lens, e até já passou por uma ‘chicotada psicológica’, face à demissão de Dino Toppmoller. O cenário não é, de todo, o ideal, mas já leva dois golos (no triunfo sobre o Auxerre, por 5-2, e no empate a duas bolas com o Le Mans).
Já João Veloso é uma das principais figuras do arranque de temporada do Moreirense, uma vez que conta já marcou um golo (na igualdade a duas bolas com o Sporting de Braga) e deu outros dois a marcar (a Francisco Domingues, na vitória sobre o Casa Pia, por 0-1, e a Dinis Pinto, na derrota ante o FC Porto, por 1-2).
Tiago Gouveia e companhia não tardaram a reclamar a titularidade
Há, ainda, uma série de jogadores que, mesmo não apresentando contributos concretos para golos, são já titulares indiscutíveis, como é o caso de Tiago Gouveia (participou em cinco dos seis jogos do Gençlerbirligi), Diogo Prioste (alinhou em quatro dos seis jogos do Gil Vicente) ou João Rego (esteve presente em quatro dos sete jogos do Casa Pia).
Joshua Wynder, por seu lado, teve a tarefa mais dificultada, visto que chegou ao New England Revolution já com a campanha da Major League Soccer (MLS) a decorrer. No entanto, ainda na madrugada de sábado para domingo jogou de início, pela primeira vez, na pesada derrota sofrida na visita ao Real Salt Lake, por 3-0.
Rafa Obrador e Tiago Parente são casos a rever
Depois de ter dado nas vistas, na segunda metade de 2025/26, com um golo e três assistências com a camisola do Torino, Rafa Obrador rumou ao Sassuolo, onde não tem sido feliz, de tal maneira que já não sai do banco de suplentes desde o empate a duas bolas concedido na visita ao Bologna, no passado dia 6 de setembro.
O caso mais delicado diz, no entanto, respeito a Tiago Parente, defesa de 20 anos de idade que foi apresentado como reforço do Swansea City (o atual líder do Championship, o segundo escalão do futebol inglês), a 4 de agosto, mas ainda não somou um único minuto sob as ordens do também português Vítor Matos.
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