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Volume de negócios da Coldwell Banker sobe 7,7% para 82,8 milhões no primeiro semestre

Volume de negócios da Coldwell Banker sobe 7,7% para 82,8 milhões no primeiro semestre

A Coldwell Banker Portugal registou um volume de negócios de 82,8 milhões de euros no primeiro semestre, o que significou um aumento de 7,7% em relação ao período homólogo, quando atingiu os 76,9 milhões de euros, de acordo com os dados revelados pela rede imobiliária esta sexta-feira, 16 de outubro.
No período em análise a empresa vendeu 178 habitações, um aumento de 27% em relação aos 140 imóveis para habitação comercializados um ano antes, impulsionado pelo segundo trimestre, onde transacionou 98 habitações, mais 53% do que no trimestre homólogo e acima das 80 transacionadas nos primeiros três meses de 2026.
Os apartamentos foram os principais responsáveis por esta variação positiva, com um total de 140 vendidos nos primeiros seis meses do ano, contra 104 em 2025. Os T2 passaram de 54 para 74 vendas e os T1 mais do que duplicaram, de 12 para 27. O tempo médio de absorção dos imóveis acompanhados pela rede imobiliária passou de 107 para 119 dias.
“O mercado não parou. Há compradores e há financiamento, mas a decisão tornou-se mais ponderada. Hoje, a qualidade da avaliação inicial e o trabalho feito durante a comercialização pesam mais do que pesavam há um ano”, afirma Frederico Abecassis, CEO da Coldwell Banker Portugal.
O valor médio dos imóveis vendidos no segmento residencial foi de 383.732 euros, em relação aos 333.203 euros do primeiro semestre do ano anterior. Uma subida justificada pelo tipo de imóveis transacionados em cada período. No segmento de luxo (habitações vendidas por um milhão de euros ou mais), o valor médio de venda foi de 1.554.064 euros. A rede concluiu ainda 68 arrendamentos, 58 dos quais residenciais. A concentração nos T1 e T2 coincidiu com uma maior entrada de jovens no mercado, fruto dos benefícios fiscais implementados pelo Governo.
“É uma boa notícia que mais jovens consigam comprar a primeira casa. Mas o acesso à habitação não pode ficar limitado a quem tem até 35 anos nem depender de encontrar um T1. Uma família da classe média que precisa de mais espaço também tem de encontrar uma casa que consiga pagar. Se não houver mais oferta adequada aos rendimentos das famílias, os incentivos podem acabar por aumentar a disputa pelas mesmas casas”, refere o CEO.

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