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Norte e Centro concentram 52% dos novos fogos em licenciamento até setembro

Norte e Centro concentram 52% dos novos fogos em licenciamento até setembro

As regiões Norte e Centro concentraram 52% dos novos fogos em licenciamento até setembro. Nos primeiros nove meses do ano foram pedidos licenciamentos para 61.334 novos fogos distribuídos por 17.943 projetos, de acordo com os dados revelados pela Confidencial Imobiliário, esta quarta-feira, 4 de novembro, com base nos pré-certificados energéticos emitidos pela ADENE – Agência para a Energia.
Este volume corresponde a uma média de 6.815 fogos por mês, 12% acima da média mensal de 2025 (6.098 fogos). Destes 61.334 novos fogos, a região Norte foi responsável por 17.444 com uma quota de 28% do total nacional, com destaque para Vila Nova de Famalicão (1.547 fogos), Braga (1.492) e Guimarães (1.291), Barcelos e Trofa, na casa dos 900 fogos, e Paços de Ferreira, Penafiel e Viana do Castelo, na ordem dos 700 fogos cada.
O Porto lidera o país, com 4.174 fogos em licenciamento em nove meses, mais do dobro de Lisboa (1.790 fogos) e sendo seguido de Vila Nova de Gaia (3.325). Gondomar (1.487), Maia e Matosinhos (ambos com cerca de 1.000 fogos cada) e acima dos 500 fogos, Vila do Conde e Valongo.
A região Centro registou 14.424 fogos (24%) com foco em Coimbra (1.199 fogos), Viseu e Leiria (cerca de 1.000 cada), Aveiro (788 fogos) e Torres Vedras (652 fogos). Seguiram-se as áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa com 12.924 fogos (21%) e 12.127 fogos (20%), respetivamente.
Dentro da Área Metropolitana de Lisboa destacam-se Loures (1.550 fogos) e Sintra (1.094) e com um volume acima dos 500 fogos os municípios do Seixal, Setúbal, Oeiras, Cascais, Montijo, Almada, Mafra, Palmela e Amadora.
Neste período foram submetidos 48 edifícios com mais de 100 apartamentos, que representam apenas 0,3% dos projetos, mas 12% dos fogos (7.352 apartamentos). O conjunto inclui seis edifícios com mais de 200 fogos (dois deles com 351 e 331 unidades) localizados em Vila Nova de Gaia, Trofa, Porto (2), Loures e Montijo.
Destaque ainda para 40 edifícios com 70 a 100 apartamentos (3.302 fogos) e 69 com 50 a 70 apartamentos (4.026 fogos).

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