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As mais lidas de 2025: Polémica da gasolina no CPR

As mais lidas de 2025: Polémica da gasolina no CPR

Foi uma das histórias que mais deu que falar neste ano 2025. A alteração provisória ao regulamento do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) relativamente ao combustível admissível motivou forte contestação por parte da ARC Sport. Augusto Ramiro acusou a FPAK de ter decidido “em cima da hora” e apontou falta de diálogo, acrescentando que o único contacto recebido partiu de José Pedro Fontes, “sem legitimidade para tratar de assuntos que dizem apenas respeito à Federação”.
Perante estas declarações, José Pedro Fontes reagiu ao AutoSport, justificando a sua intervenção: “A única razão pela qual falei com a Racing 4 You e a ARC Sport foi após ter sido contactado pelo Armindo Araújo sobre o problema do novo Skoda Evo 2025, que não tem mapa para a gasolina ETS LPC4. Na qualidade de presidente da Associação de Pilotos de Ralis, tentei encontrar uma solução para que todos pudessem correr.”
Fontes garante que atuou apenas como mediador, recordando que apenas a Panta deu garantias de fornecimento de combustível suficiente para o Rali de Castelo Branco. Sublinhou ainda que, se agisse de má-fé, teria beneficiado com a ausência dos Skoda, principais rivais da sua estrutura, a Sports & You.
Armindo Araújo confirmou esta versão, destacando o papel de Fontes: “Ele teve uma grande atitude. Já sabíamos que esta questão iria criar problemas, porque a P1 faliu e as marcas não estão a desenvolver carros para esta gasolina 100% sintética. Foi decidido que todos usariam a mesma gasolina para não haver vantagens injustas, e a única fornecedora disponível era a Panta.”
Pode ler a notícia na integra AQUI
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