Nicólas Maduro:”Sou inocente. Não sou culpado de nada do que foi aqui mencionado”
“Sou inocente. Não sou culpado de nada do que foi aqui mencionado”, afirmou Maduro, ao ser questionado sobre como se declarava, quando foi presente, pela primeira vez, a um juiz de Nova Iorque e dois dias depois de ter sido detido em Caracas no âmbito de uma operação conduzida por forças especiais dos Estados Unidos, cujos contornos continuam a ser contestados por Caracas.
Barry Pollack, advogado do presidente venezuelano (e que no passado representou o fundador do WikiLeaks, Julian Assange), esclareceu perante o juiz que “por enquanto não pedirá fiança” para Maduro, embora não tenha descartado fazê-lo mais tarde.
Nicolás Maduro, que regressará ao tribunal a 17 de janeiro, autoproclamou-se “presidente do seu país” ao protestar contra a sua captura e ao declarar-se inocente das acusações federais de tráfico de droga que o governo do presidente Donald Trump usou para justificar a sua retirada à força do país.
“Fui capturado”, disse Maduro em espanhol, traduzido por um repórter presente no tribunal, antes de ser interrompido pelo juiz.
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