O que ajuda a inteligência artificial nos processos de investigação
Pedro Verdelho, diretor do gabinete de Cibercrime da Procuradoria-Geral da República, abriu a conversa moderada por Maria João Melícias, sócia corresponsável pela área Competition, Regulation & EU da Abreu Advogados, defendendo que as ferramentas digitais tornam as investigações “mais fáceis e eficientes”. Contudo, apontou como principal desafio a sua utilização sem infringir os direitos dos cidadãos, aludindo ao Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), ao IA Act, e a outras regras internacionais.
Questionado se as ferramentas podem mudar o campo da investigação criminal, naquela que foi a segunda sessão do “Lisbon, Law and Tech”, no dia 6 de novembro, Pedro Verdelho foi perentório: “certamente. Não diria que já mudaram a investigação criminal, mas que podem mudar”.
Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 14 de novembro.
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