Quando até brincar à apanhada vai parar ao tribunal
Uma criança partiu uma perna a brincar no recreio, a mãe pediu 60 mil euros à escola e o Supremo rejeitou a indemnização. Afinal, onde acaba o risco normal da infância?
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Uma criança partiu uma perna a brincar no recreio, a mãe pediu 60 mil euros à escola e o Supremo rejeitou a indemnização. Afinal, onde acaba o risco normal da infância?
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