GP Las Vegas F1, Oliver Bearman: “O circuito citadino menos divertido onde já competi”
Oliver Bearman, piloto da Haas, ficou surpreendido com os baixos níveis de aderência do Circuito de Las Vegas, considerando a combinação entre velocidades elevadas e falta de tração uma situação perigosa.
O britânico classificou-se em 16.º lugar na primeira sessão de treinos livres e em 17.º na segunda, admitindo que não retirou prazer da experiência, sobretudo face à proximidade das barreiras e à evolução rápida do piso. Bearman salientou que o asfalto, usado diariamente pelo trânsito rodoviário, apresenta pouca aderência e torna as primeiras voltas imprevisíveis, realidade agravada por chuva ligeira entre sessões e constantes interrupções. Para o jovem piloto, a evolução da pista durante o fim de semana determina o desempenho de todos os pilotos, sendo necessário adaptar a abordagem à alteração das condições ao longo das sessões.
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— MoneyGram Haas F1 Team (@HaasF1Team) November 21, 2025
Bearman reforçou que, em comparação com outros circuitos citadinos, como Jidá e Baku, Las Vegas contrasta pelo reduzido índice de prazer ao volante, atribuindo essa diferença à aderência muito baixa e ao risco acrescido nas zonas de alta velocidade e de parede próxima, fatores que prejudicam a segurança e dificultam a condução.
O piloto destacou: “Fiquei chocado com o baixo nível de aderência, foi uma sessão desafiante com chuva, tráfego e interrupções, mas aprendemos muito. É, claramente, o circuito citadino menos divertido onde já competi, pela combinação de pouca aderência e paredes próximas. O traçado em si tem carisma, mas não há muito mais de positivo a apontar.”
Foto: Philippe Nanchino /MPSA
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