Estratégias de pneus no GP Qatar F1: duas paragens obrigatórias
No Lusail International Circuit, os três líderes do Mundial – Piastri na pole, Norris em P2 e Verstappen em P3 – disputam o título sob regras inéditas da Pirelli: limite de 25 voltas por conjunto de pneus, acumulando treinos, qualificação e Safety Car, forçando duas paragens nas 57 voltas da corrida. Norris pode ser campeão se vencer, mas para isso precisa, naturalmente, de superar o companheiro de equipa e Verstappen, o que não vai ser tarefa fácil…
Lições de 2024: desgaste extremo evitado
No ano passado, stints longos em pneus médios expuseram estruturas (Hamilton e Sainz furaram); Verstappen venceu com os compostos médio-duro na volta 35 sob Safety Car. Agora, impossível repetir: mínimo 7 voltas no primeiro stint, com médio-médio-macio, como plano mais rápido, de acordo com as simulações da Pirelli.
Opções para o Top 10 e fundo da grelha
Médio-duro-médio alivia desgaste frontal (Sprint mostrou ‘graining’ leve); janelas: paragem 1 (19-25), paragem 2 (38-44). Sem dois duros novos, pneus médios dominam; para o meio do pelotão, duro-médio-médio ou macio curto inicial para ar livre. Mario Isola: “Todos os compostos C1, C2, C3 viáveis.”
Tempo seco e vento leve favorecem: o foco está nos undercut/overcut num traçado de alta energia e onde a posição inicial é importante, mas a posição em pista durante a corrida, fulcral. Esta é daquelas corridas – procissão, em que ultrapassar é muito difícil tendo em conta as características do traçado catari.
The post Estratégias de pneus no GP Qatar F1: duas paragens obrigatórias first appeared on AutoSport.
Share this content:



Publicar comentário