Se a PSP tem “obrigações”, não tem “devoções”
Será aceitável que a PSP enjeite funções que são apenas suas – o controlo das fronteiras – para expandir-se numa área – a investigação criminal – em que duplica funções com a PJ?
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Será aceitável que a PSP enjeite funções que são apenas suas – o controlo das fronteiras – para expandir-se numa área – a investigação criminal – em que duplica funções com a PJ?
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