Catarina Martins e Cotrim de Figueiredo concordam com gravidade do uso “indiscriminado” de escutas na Justiça
Com as mais de 300 mil escutas que foram feitas nos últimos anos, informação divulgada esta quinta-feira, Catarina Martins e João Cotrim de Figueiredo concordaram, no debate na TVI, que o Ministério Público e a Procuradoria-Geral da República tem explicações a dar e que a Justiça tem de provar ser capaz de se regular a si própria.
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