Mourinho aponta doença de Tomás Araújo em vitória “não bela” do Benfica
Análise ao triunfo: “Vitória merecida, difícil. Merecida, mas não bela. Não foi uma vitória do talento nem da beleza do jogo que já tivemos neste último mês, em que fizemos grandes jogos. Foi uma vitória do trabalho, da organização defensiva, do rigor e da humildade. Contra uma equipa que é a primeira vez que perde fora de casa, primeira vez que não faz golo fora de casa. Contra uma equipa boa, com jogadores bons. Vitória merecida. Se alguém poderia ter feito mais golos, éramos nós. Apesar de não termos feito um grande jogo ofensivamente. O Trubin pouco fez na contribuição do resultado”.
Benfica tentou explorar a profundidade: “Um bocadinho assim, mas não encontrámos muito essa profundidade. As caraterísticas do Pavlidis não são propriamente essas. Ele estava a jogar muito bem e em grande empatia de jogo com o Barreiro, numa alternância no baixar e procurar a profundidade. O Aursnes dava-nos esta solidez que apresentámos, mas menos agressividade na profundidade. Mas jogos parecidos com este… Já empatámos aqui e hoje não empatámos, ganhámos. Tivemos solidez, a equipa esteve compacta, solidária, e quando não se joga muito bem é preciso ser compacto, humilde e trabalhar bem. Fomos vencedores merecidos”.
Lesão de Tomás Araújo: “Jogou doente, medicado. Ao intervalo já estava com alguns sintomas que estavam a crescer, estava a sentir alguns tremores, as febres estavam a subir. Chegou a altura de sair. Temos o António [Silva] e quando sai um e entra outro, as coisas ficam iguais”.
Benfica vai para o Natal com sorriso, mas ainda longe do líder FC Porto
Pavlidis, aos 34′, de penálti, garantiu os três pontos para o clube da Luz, que alcança, à condição, o Sporting no segundo lugar. No entanto, a diferença pontual para o líder FC Porto mantém-se nos oito pontos.
Luis Júnior | 22:45 – 22/12/2025
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