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“Ser internado é violento, mas há alturas em que é preciso”

“Ser internado é violento, mas há alturas em que é preciso”

Teve o primeiro ataque de pânico aos 22 anos e foi “um choque tremendo” ouvir o diagnóstico. Procurou ajuda, esteve internado e só na psicanálise, que ainda faz, encontrou a terapia mais acertada.

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