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“Não me considero vigilante. Há muita gente a dormir”

“Não me considero vigilante. Há muita gente a dormir”

Jorge Corrula reflete sobre a infância e o bullying, o futuro da televisão e a importância dos direitos humanos. Das causas ao papel do ator, fala sobre a indiferença e o custo pessoal de ter opinião.

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