24h Daytona, Filipe Albuquerque: O azar voltou a acompanhar o português
Procura-se o gato preto na box da Wayne Taylor Racing. 2025 foi um ano particularmente exigente com a mudança para Cadillac V-Series.R, numa adaptação que nem sempre foi fácil. Mas 2026, com a implementação de mudanças no protótipo americano, promete mais e melhor. Daytona era a primeira oportunidade de iniciar esta nova era, depois de uma temporada cinzenta. Mas foi com cinzento que a participação de Filipe Albuquerque nas 24h de Daytona terminou. O cinzento do fumo que se soltou do carro, após falha da caixa de velocidades.
Filipe que estava longe de imaginar que este seria o resultado final não escondia alguma frustração: “Tivemos ao longo de toda a corrida um bom andamento. Chegámos a estar na terceira posição e estávamos confiantes que o ataque final daria os seus frutos. Mas não pude chegar a essa parte, pois a caixa de velocidades do Cadillac cedeu e acabámos por desistir. Não era isto que queríamos, mas temos de nos conformar”, explicou o piloto português.
Dentro do azar há ilações positivas a retirar: “Temos um Cadiilac mais competitivo que o ano passado o que nos dá mais garantias de poder discutir as vitórias. Esta corrida não espelhou isso, mas as próximas vão mostrar. Vamos encarar este resultado como ‘uma batalha perdida, mas não a guerra”, concluiu Filipe Albuquerque.
A segunda corrida do Campeonato Norte Americano de Resistência (IMSA) acontece de 18 a 21 de março em Sebring.
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