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XTB atinge receitas recorde de 507 milhões e supera 2,16 milhões de clientes em 2025

XTB atinge receitas recorde de 507 milhões e supera 2,16 milhões de clientes em 2025

A XTB encerrou 2025 com um recorde de 506,7 milhões de euros em receitas operacionais e 2,16 milhões de clientes.
 Em comunicado a corretora revela que o dinamismo do negócio refletiu-se na base de clientes, que ultrapassou a marca dos 2,16 milhões, impulsionada por um recorde de 864 mil novos utilizadores num único ano — um salto de 73,4% face a 2024.
O arranque de 2026 mantém a tendência de crescimento acelerado, com a empresa a registar mais de 117 mil novos clientes apenas nos primeiros 28 dias de janeiro, acrescenta.
O número de clientes ativos aumentou igualmente de forma significativa, atingindo um nível recorde de 1,19 milhões, o que representa um crescimento de 69,7% em relação ao ano anterior. Apesar de uma escala significativamente maior de campanhas promocionais, o custo médio de aquisição por cliente manteve-se inalterado em 2025 face a 2024, situando-se nos 160 euros.
“Foi o melhor ano da história da XTB”, afirmou Omar Arnaout, CEO da corretora.
A análise da atividade revela que as matérias-primas foram o principal motor de receitas (43,7%), com os investidores a privilegiarem instrumentos ligados ao ouro, gás natural e cacau. Seguiram-se os CFDs (Contracts for Difference) sobre índices (36%), com destaque para o US100 e o DAX alemão.
A estratégia de transformação da XTB numa “super app” financeira é visível no comportamento dos novos utilizadores na União Europeia, já que mais de 90% das primeiras transações envolveram ativos de longo prazo, como ações reais e ETFs. As receitas deste segmento dispararam 155%, ultrapassando os 18 milhões de euros, com a Nvidia e a Tesla a dominarem as preferências.
Para o novo ano, a empresa estabeleceu a meta de atrair entre 250 mil  e 290 mil novos clientes por trimestre.
“Em 2026, temos objetivos ainda mais ambiciosos e planeamos adquirir, pelo menos, entre 250 mil e 290 mil novos utilizadores por trimestre. O nosso objetivo é reforçar a nossa posição na Europa, Ásia, Médio Oriente e Chile. Estou confiante de que, ao procurarmos tornar-nos a aplicação financeira de referência nestas regiões, conseguiremos aproveitar de forma eficaz os períodos de maior volatilidade nos mercados financeiros”, comentou Omar Arnaout, CEO da XTB.
O roteiro tecnológico para 2026 inclui o lançamento da negociação de criptomoedas à vista (começando pela América Latina) e a expansão do serviço de opções para novos mercados europeus, como Espanha, após o sucesso do lançamento no Chipre.
Outra inovação de relevo será a introdução da negociação 24 horas para o mercado norte-americano (5 dias por semana), permitindo aos investidores reagir a eventos fora do horário convencional das bolsas.
No campo da segurança, a XTB planeia integrar mecanismos de bloqueio de emergência e verificação de chamadas, elevando os seus padrões aos níveis do setor bancário tradicional.
A análise da divisão das receitas da XTB por classes de instrumentos revela que, em 2025, a maior fatia das receitas (43,7%) teve origem em CFDs baseados em matérias-primas, com destaque para os instrumentos associados aos preços do ouro, do gás natural e do cacau.
A segunda classe de ativos mais rentável foi a dos CFDs sobre índices, nomeadamente os índices norte-americanos US100 e US500, bem como o índice alemão DAX, que representaram 36% da estrutura de receitas, face aos 33,3% registados no ano anterior. Já os CFDs sobre moedas contribuíram com 13,7% das receitas (uma redução face aos 14,6% de 2024), sendo os instrumentos mais lucrativos desta categoria os baseados em criptomoedas, em particular Ethereum e Bitcoin.
Em paralelo, a XTB continua a executar a sua estratégia de transformação numa aplicação de investimento universal. Em 2025, mais de 90% das primeiras transações realizadas por novos utilizadores na União Europeia envolveram ações, ETFs e planos de investimento de longo prazo. As receitas geradas pela negociação de ações e fundos ETP registaram um crescimento expressivo, ultrapassando os 18 milhões de euros ao longo do ano, o que representa um aumento superior a 155% em relação ao período homólogo.
Entre as dez ações mais negociadas na plataforma XTB, o mercado norte-americano destacou-se de forma clara, com a Nvidia e a Tesla a liderarem as preferências dos investidores, seguidas pela empresa energética polaca Orlen. No segmento de ETFs, os clientes da XTB procuraram sobretudo exposição ao mercado acionista dos Estados Unidos, em particular ao índice S&P 500.
No final de 2025, os ativos dos clientes ascendiam a aproximadamente 10,8 mil milhões de euros.
 

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