Quando saímos à rua que lugar queremos encontrar?
A pergunta do título é o trigger. Plasmada na capa da “Outdoor Arts Portugal”, a ambição continua lá dentro, nas páginas onde se reflete sobre o que foi feito e sobre os caminhos para o que pode e deve ser feito. Objetivo? Ser lido, claro. E servir de documento estratégico para apoiar decisores públicos, promotores culturais, agentes de mediação e estruturas de formação na “construção de políticas, programas e práticas mais coerentes, equitativas e eficazes” para a cidade. Artistas e economia em diálogo para valorizar os territórios. Porque subestimar o papel e a importância da criação artística em espaço público é um erro.
Conteúdo reservado a assinantes. Veja a versão completa aqui. Edição do Jornal Económico de 30 de janeiro.
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